Ultrassom

14 março:

Atenção: A Galeria deCurators vai estará aberta quinta (19/03) de 18h às 21h. Não percam a oportunidade de ir conferir as esculturas sonoras de

>>>> Allan de Lana, Krishna Passos, João Lucas e Victor Valentim<<<<

SCLN 412 Bloco C loja 12 (virado para a residencial, atrás da sorveteria palato).

Dois meses de instalações e esculturas sonoras, entrevistas, seminários, oficinas e performances de musica experimental, eletroacústica, noise e afins.

ALLAN DE LANA
Inicia-se profissionalmente em 2004, com a instalação Duas Maneiras de Furar a si Mesmo; gradua-se em Artes Plásticas na Universidade de Brasília dois anos depois. Participa do programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2011-2013. Atualmente, dedica-se a projetos transitórios e plataformas colaborativas em espaços urbanos e institucionais, tais como Projeto Viela: Trilha Sonora Para um Beco; e unidos caíram todos na solidão; dentre outros.

JOÃO LUCAS
Pianista e compositor natural de Lisboa, Portugal, inicia os estudos musicais aos 8 anos, diplomando-se no curso superior de piano do Conservatório Nacional de Lisboa. Colaborou com alguns dos mais importantes criadores do teatro e da dança contemporânea em Portugal, tendo participado como compositor em mais de setenta peças, muitas delas premiadas nacional e internacionalmente. Radicado em Brasília desde 2010, é atualmente mestrando na Universidade de Brasília, na linha de pesquisa de Processos Composicionais para a Cena.

KRISHNA PASSOS (K-Torrent)
É artista e pesquisador em atividade desde 2001. Com formação em artes visuais e audiovisual é mestre em Arte e Tecnologia (UnB). Seu trabalho traz influencias da performance, da arte sonora, da vídeo-arte, do cinema, da música e da intervenção urbana. Vem participando de salões, residências, prêmios e mostras desde 2001, dentre as quais destacam-se: 2o lugar VII Salão Iate (Premio Aquisição: Acervo do Museu de Arte de Brasília); Participações no SPA das Artes e outra no Amplificadores (PE); Residência Artística Interações Florestais (MG), duas Individuais na Funarte (DF) e o projeto musical 2Finos e um Grave, em parceria com Nonato Natinho. Suas pesquisas artísticas recentes envolves híbridos de arte sonora, musica, vídeo, paisagem sonora, tecnologia explorando as potencialidades física destes elementos.
https://soundcloud.com/k-torrent/sets/2finos-e-um-grave/

VICTOR VALENTIM
Graduado em música (2013) e aluno de mestrado no curso de Arte e Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB). Como bolsista do projeto Wikinarua e participante do MídiaLab, desenvolveu pesquisa em sistemas interativos musicais, como a trilha sonora para o jogo tecnológico “NeoTamoio”, para CyberTV plataforma openGINGA e celulares. Desde 2007, é desenvolvedor e ativista do software livre, para produção de música interativa com tecnologias acessiveis à baixo custo. Trabalha como operador de áudio na empresa Empresa Brasil de Comunicação – EBC e é músico e produtor musical na empresa Miniestéreo da Contracultura.

21 março:

Ultrassom- Ciclo de Eventos Sonoros

musicHacking #6
Encontro de music-hackers de Brasília, grupo envolvido na construção de aparelhos de música eletrônica artesanal.

Tema deste encontro: música com Arduíno.

Traga seu Arduíno e componentes eletrônicos vários; aberto a todos os interessados.

Uma parceria deCurators & Calango Hacker Clube (http://calango.club/projetos:musichacking:inicio)

22 março:

ULTRASSOM – CICLO DE EVENTOS SONOROS

Aparelho de Escuta
Dois convidados da cena de música experimental se encontram para conversar e apresentar material musical relacionado à uma dada temática (gêneros musicais, antologias, influências, cronologias, etc.)

Neste domingo, Léo Pimentel e Phil Jones, em
NOISE/PUNK ELETRÔNICO

LEO PIMENTEL
Amante da heresia (http://amantedaheresia.blogspot.com.br/), dissidente da filosofia (após um mestrado em filosofia da geometria na unb), artesão digital (https://www.youtube.com/user/amantedaheresia) e ativista em piratologia aplicada (cyberpunk’s not dead). realiza os projetos punk-verbo-áudio-visual “pUnk Al-sUlUk” e “cYbIOs3 a1-5u1uk” (https://soundcloud.com/cybiosealsuluk), circula o zine “ruídos em ruínas | ruínas em ruídos” (rede social analógica por uma contracultura experimental) e toca a rádio-fragmentos “anarcOctopus”.

PHIL JONES
Músico, artista digital e programador, com mestrado em “Computational Studio Arts”, no Goldsmiths College, Universidade de Londres, em 2011. Trabalha com software e tecnologias de fabricação na área de artes visuais e música para performance e dança. Recentemente foi responsável pela criação da trilha sonora do espetáculo Vidro e Alumínio, do Grupo Margaridas, de dança contemporânea, e performou no Árvore Monstro 3, Funarte, com a peça Zewp!:mansionhouse. Desde 2013, toca, compõe e escreve softwares com a Orquestra de Laptops do Brasília (BSBLOrk) e coordena o grupo MusicHacking, no Calango Hacker Clube de Brasília.
http://tecno-artesanato.tumblr.com/
http://synaesmedia.net/?page_id=383

Atenção: o evento acontece dentro da galeria, com presença limitada de público. Tempo de duração: cerca de 2 horas, com intervalo de 20 minutos. Perguntas no final.

4 abril:

PERFORMANCE MUSICAL DE ARTE INTERATIVA / COMPUTACIONAL
ZER0, Francisco Barretto 20h às 21h30
MÚSICA HOLO-FRACTAL, Eufrásio Prates, de 21h30 às 23h

*Cada concerto é composto de uma introdução ao conceito do software, performances do artista e artista convidado e espaço reservado para experimentação por parte do público.

*Haverá um pequeno intervalo entre a apresentação de um artista e outro.

*Evento gratuito (sempre :))

FRANCISCO BARRETTO é bacharel em Ciências da Computação e Mestre em Arte e Tecnologia. Atualmente desenvolve pesquisa de Doutorado na Universidade de Brasília além de ser pesquisador/artista do Midialab – Laboratório de Pesquisa em Arte Computacional e fundador do LATE! – Laboratório de Arte e Tecnologia. Tem investigado as áreas da Arte Computacional e Inteligência Artificial, com ênfase no desenvolvimento de sistemas autopoiéticos capazes de gerar resultados emergentes. Geek, músico, DJ, fotógrafo e entusiasta das novas tecnologias.

Zer0 convida o público a ficar à deriva em um universo dominado por formas geométricas. Através da interação com outras formas geométricas, o jogador é capaz de evoluir de uma forma de linha simples para outras mais complexas. Conforme as interações ocorrem, reações em cadeia criam em tempo real a trilha sonora do jogo. O jogador controla a direção em que deseja movimentar-se usando os gestos da mão, experimentando um outro tipo de interação com a obra.

EUFRÁSIO PRATES é graduado em música e doutor em arte contemporânea (performance) e já viajou por mais de 25 países apresentando suas pesquisas experimentais. É regente da BSBLOrk -Orquestra de Laptops de Brasília, toca em diversos grupos musicais (Gargula, TekilaHell, Duo Torus, TPM, Duo 42) e é produtor de Fractal Dance Music como DJ EuFraktus. Lançou 2 CDs em música eletroacústica e os livros “Passeio-relampago pelas ideias estéticas ocidentais” e “Os conceitos de interpretante na Semiótica de Peirce” (Amazon Books).

Música Holo – fractal reúne uma visão holonômica da estética musical à manipulação fractal dos sons, sejam eles naturais, orgânicos ou artificiais, sintéticos.A teoria do holomovimento, do físico David Bohm, considera que a realidade está totalmente integrada e interconectada, seja nas esferas visíveis, seja nas ocultas. Essa visão, profundamente ecosófica é a base de construção de um tipo de forma musical que pressupõe a inter-relação entre os sons, e entre som e silêncio, como algo mais importante que o próprio som, objeto sobre o qual se centra quase toda a música ocidental. Assim, o foco da atenção é a relação entre os sons. Já os fractais desempenham um papel especial na composição das microestruturas desta música. Enquanto muitos compositores utilizam os fractais para definir alturas e durações das notas, em geral tocadas com timbres originais de sintetizadores, estes experimentos aplicam o conceito de fractalidade aos espectros das ondas sonoras. Daí a contração: holo + fractal.

18 abril:

ULTRASSOM, Ciclo de Eventos Sonoros
Dois meses de instalações e esculturas sonoras, entrevistas, seminários, oficinas e performances de musica experimental, eletroacústica, noise e afins.

SEMENTES: ÁRVORE MONSTRO
OLha o comuNisMo Aí genTe!!!!!

NU
SCLrN
PUNK AL- SULUK
VANDERLEY COSTA

deCorreria Oziel Primo Araujo e Léo da Heresia

26 abril:

Calango MusicHacking e Ciclo Ultrassom oferecem oficina grátis do PureData, um software livre pra criar sintetizadores – domingo a tarde na galeria.

Tragam seu laptop e headphone.

Ver http://www.dmu.uem.br/lappso/index.php?title=Tutorial_PureData

2 maio:

ULTRASSOM, Ciclo de Eventos Sonoros apresenta
AS MÁQUINAS ESTÃO CHEGANDO, com rANGEL e Droid-ON

Alexandre Rangel é um artista multimídia brasiliense, trabalhando com vídeoarte e desenvolvimento de software audiovisual. Seu trabalho atual tem o foco na relação entre o ser humano e a religiosidade. Desenvolve o software de VJ “Quase-Cinema”, uma plataforma para criação de cinema ao vivo, experimentação audiovisual e arte-educação. Suas obras, performances e oficinas já foram realizados no Brasil, Argentina, Áustria, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda e Taiwan. Bacharel em Artes Plásticas e Mestre em Arte / Educação em Artes Visuais pela Universidade de Brasília.

“O artista multimídia brasiliense Alexandre Rangel (VJ Xorume) é um criador elevado ao quadrado: desenvolveu ele próprio a principal ferramenta de sua atividade artística – um software engenhoso de manipulação de vídeo em tempo-real que está sendo utilizado por VJs do mundo inteiro. Alexandre deu ao programa o nome de “Quase-Cinema”, em homenagem ao artista plástico Hélio Oiticica, que usava a expressão para designar “um campo de experiências transgressivas dentro do universo das mídias ou das imagens e sons produzidos tecnicamente”.
Gilberto Gil, www.gilbertogil.com.br

“Como o próprio nome do site sugere estamos diante de um herdeiro das vanguardas brasileiras dos anos 60 como Helio Oiticica e Lygia Clark.”
Patricia Moran, Enciclopédia Itaú Cultural Arte e Tecnologia.

http://www.quasecinema.orghttp://www.facebook.com/rANGELaudiovisual

Droid-on: artista multimídia brasiliense, co-fundador do selo Chippanze, o qual agrega Chipmusic de artistas do Brasil e do mundo. Trabalha com música experimental eletrônica, criada a partir de trackers e sequencers de video-games.

https://chippanze.bandcamp.com/http://droidon.bandcamp.com/http://soundcloud.com/droidonhttp://www.mixcloud.com/droidon/http://droidon.tumblr.com/www.youtube.com/wearechippanze

16 maio:

Oficina de synaesmedia / “sound toys” com Phil Jones

PHIL JONES é um artista digital que usa Processing (http://processing.org/) e PureData (https://puredata.info/) pra criar instrumentos musicais interativos em software. Neste oficina voce vai ver exemplos desta arte e aprender um pouco de programacao em Processing pra construir sua propria automaton musical em software.

TRAGA SEU LAPTOP E HEADPHONES 🙂

23 maio:

Encerramento do Ciclo ULtraSSOM
Ópera-ruido MPMA – MÚSICA PRA MATAR ARTISTA

Personagens,debatedores: SCLrN

* Profº.Dr. em arte subversiva: PÁSSARO BELGA
* Artista plastico: MILTON MARQUES
* Profª. Dr. Honóris Causa: ELÉTRICA CACHÚ
* MC/músico: DIOGO QUEIROZ
* ARTISTA S/TÍTULO: (convidado especial)
* Tradutor simultâneo: TIRO NO PÉ
· pUnk Al-sU1Uk

mpma
é uma peça, musica-opera -debate,
fizemos e estreamos uns
5 anos atras , a estreia aconteceu no teatro
da escola caseb d Brasília. e também apresentamos em outros lugares da cidade e ate fora de brasilia.
essa peça acontece partindo das falas
dos doutores/personagens em uma mesa composta por estes no formato mais próximo possível de um debate acadêmico ,
partindo de suas falas e defesas de suas teses, vamos construindo
essa opera ruído resultando em climas
humorados ou tragicômico , deixando assim o publico em frente a essa situação tensa ,humorada e sem resposta…..

é pagar p ver.rs

ha o evento 0800

Sábado, IMPRETERIVELMENTE começando as 21h
Domingo, às 18h30