Ultrassom

ULtraSSOM, ciclo de eventos sonoros, teve início em 14 de março de 2015. Foram dois meses de instalações e esculturas sonoras, entrevistas, seminários, oficinas e performances de musica experimental, eletroacústica, noise e afins.

Durante a abertura houve performances de Allan de Lana, “Rádio teu grito”, João Lucas, “A Construção do Tempo – diálogo com Kurt Schwitters”, Krishna Passos, “Epicentro – paisagem falante” e Victor Valentim, “Vinil projetável”.

ALLAN DE LANA iniciou-se profissionalmente em 2004, com a instalação Duas Maneiras de Furar a si Mesmo; graduou-se em Artes Plásticas na Universidade de Brasília dois anos depois. Participou do programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2011-2013. Atualmente, dedica-se a projetos transitórios e plataformas colaborativas em espaços urbanos e institucionais, tais como Projeto Viela: Trilha Sonora Para um Beco; e unidos caíram todos na solidão; dentre outros.

JOÃO LUCAS é pianista e compositor natural de Lisboa, Portugal. Iniciou os estudos musicais aos 8 anos, diplomando-se no curso superior de piano do Conservatório Nacional de Lisboa. Colaborou com alguns dos mais importantes criadores do teatro e da dança contemporânea em Portugal, tendo participado como compositor em mais de setenta peças, muitas delas premiadas nacional e internacionalmente. Radicado em Brasília desde 2010, é atualmente mestrando na Universidade de Brasília, na linha de pesquisa de Processos Composicionais para a Cena.

KRISHNA PASSOS (K-Torrent) é artista e pesquisador em atividade desde 2001. Com formação em artes visuais e audiovisual é mestre em Arte e Tecnologia (UnB). Seu trabalho traz influencias da performance, da arte sonora, da vídeo-arte, do cinema, da música e da intervenção urbana. Vem participando de salões, residências, prêmios e mostras desde 2001, dentre as quais destacam-se: 2o lugar VII Salão Iate (Premio Aquisição: Acervo do Museu de Arte de Brasília); Participações no SPA das Artes e outra no Amplificadores (PE); Residência Artística Interações Florestais (MG), duas Individuais na Funarte (DF) e o projeto musical 2Finos e um Grave, em parceria com Nonato Natinho. Suas pesquisas artísticas recentes envolves híbridos de arte sonora, musica, vídeo, paisagem sonora, tecnologia explorando as potencialidades física destes elementos.

VICTOR VALENTIM é graduado em música (2013) e aluno de mestrado no curso de Arte e Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB). Como bolsista do projeto Wikinarua e participante do MídiaLab, desenvolveu pesquisa em sistemas interativos musicais, como a trilha sonora para o jogo tecnológico “NeoTamoio”, para CyberTV plataforma openGINGA e celulares. Desde 2007, é desenvolvedor e ativista do software livre, para produção de música interativa com tecnologias acessiveis à baixo custo. Trabalha como operador de áudio na empresa Empresa Brasil de Comunicação – EBC e é músico e produtor musical na empresa Miniestéreo da Contracultura.

musicHacking #6

Em 21 de março, encontro de music-hackers de Brasília, grupo envolvido na construção de aparelhos de música eletrônica artesanal. Tema deste encontro: música com Arduíno.

Uma parceria deCurators & Calango Hacker Clube

Aparelho de Escuta

Em 22 de março, dois convidados da cena de música experimental se encontraram para conversar e apresentar material musical relacionado à uma dada temática (gêneros musicais, antologias, influências, cronologias, etc.)

#1NOISE/PUNK ELETRÔNICO

LEO PIMENTEL
Amante da heresia (http://amantedaheresia.blogspot.com.br/), dissidente da filosofia (após um mestrado em filosofia da geometria na unb), artesão digital (https://www.youtube.com/user/amantedaheresia) e ativista em piratologia aplicada (cyberpunk’s not dead). realiza os projetos punk-verbo-áudio-visual “pUnk Al-sUlUk” e “cYbIOs3 a1-5u1uk” (https://soundcloud.com/cybiosealsuluk), circula o zine “ruídos em ruínas | ruínas em ruídos” (rede social analógica por uma contracultura experimental) e toca a rádio-fragmentos “anarcOctopus”.

PHIL JONES é músico, artista digital e programador, com mestrado em Computational Studio Arts, no Goldsmiths College, Universidade de Londres, em 2011. Trabalha com software e tecnologias de fabricação na área de artes visuais e música para performance e dança. Recentemente foi responsável pela criação da trilha sonora do espetáculo Vidro e Alumínio, do Grupo Margaridas, de dança contemporânea, e performou no Árvore Monstro 3, Funarte, com a peça Zewp!:mansionhouse. Desde 2013, toca, compõe e escreve softwares com a Orquestra de Laptops do Brasília (BSBLOrk) e coordena o grupo MusicHacking, no Calango Hacker Clube de Brasília.

O evento aconteceu dentro da galeria, com presença limitada de público. Tempo de duração: cerca de 2 horas, com intervalo de 20 minutos. Perguntas no final.

Performance musical de arte interativa/digital

Sábado, 4 abril, de 20h às 23h

Zer0, de Francisco Barreto
Música Holo-fractal, de Eufrásio Prates

EUFRÁSIO PRATES é graduado em música e doutor em arte contemporânea (performance) e já viajou por mais de 25 países apresentando suas pesquisas experimentais. É regente da BSBLOrk -Orquestra de Laptops de Brasília, toca em diversos grupos musicais (Gargula, TekilaHell, Duo Torus, TPM, Duo 42) e é produtor de Fractal Dance Music como DJ EuFraktus. Lançou 2 CDs em música eletroacústica e os livros “Passeio-relampago pelas ideias estéticas ocidentais” e “Os conceitos de interpretante na Semiótica de Peirce” (Amazon Books).

Música Holo-fractal reúne uma visão holonômica da estética musical à manipulação fractal dos sons, sejam eles naturais, orgânicos ou artificiais, sintéticos.A teoria do holomovimento, do físico David Bohm, considera que a realidade está totalmente integrada e interconectada, seja nas esferas visíveis, seja nas ocultas. Essa visão, profundamente ecosófica é a base de construção de um tipo de forma musical que pressupõe a inter-relação entre os sons, e entre som e silêncio, como algo mais importante que o próprio som, objeto sobre o qual se centra quase toda a música ocidental. Assim, o foco da atenção é a relação entre os sons. Já os fractais desempenham um papel especial na composição das microestruturas desta música. Enquanto muitos compositores utilizam os fractais para definir alturas e durações das notas, em geral tocadas com timbres originais de sintetizadores, estes experimentos aplicam o conceito de fractalidade aos espectros das ondas sonoras. Daí a contração: holo + fractal.

FRANCISCO BARRETO é bacharel em Ciências da Computação e Mestre em Arte e Tecnologia. Atualmente é professor do Centro Universitário do Distrito Federal, associado aos cursos de Jogos Digitais e Sistemas da Informação, e desenvolve pesquisa de Doutorado na Universidade de Brasília além de ser pesquisador/artista do Midialab – Laboratório de Pesquisa em Arte Computacional e fundador do LATE! – Laboratório de Arte e Tecnologia. Tem investigado as áreas da Arte Computacional e Inteligência Artificial, com ênfase no desenvolvimento de sistemas autopoiéticos capazes de gerar resultados emergentes. Geek, músico, DJ, fotógrafo e entusiasta das novas tecnologias.

Zer0 convida o público a ficar à deriva em um universo dominado por formas geométricas. Através da interação com outras formas geométricas, o jogador é capaz de evoluir de uma forma de linha simples para outras mais complexas. Conforme as interações ocorrem, reações em cadeia criam em tempo real a trilha sonora do jogo. O jogador controla a direção em que deseja movimentar-se usando os gestos da mão, experimentando um outro tipo de interação com a obra.

OLha o comuNisMo Aí genTe!

SEMENTES: ÁRVORE MONSTRO

OLha o comuNisMo Aí genTe!!!!!

NU
SCLrN
PUNK AL- SULUK
VANDERLEY COSTA

musicHacking #7

Calango MusicHacking e Ciclo Ultrassom ofereceram oficina grátis do PureData, um software livre pra criar sintetizadores – domingo a tarde no deCurators. Tragam seu laptop e headphone. 

No dia 16 maio, houve oficina de synaesmedia/sound toys com Phil Jones, artista digital que usa Processing e PureData pra criar instrumentos musicais interativos em software.

As máquinas estão chegando

Em 2 de maio, rANGEL e Droid-ON apresentaram As máquinas estão chegando.

ALEXANDRE RANGEL é um artista multimídia brasiliense, trabalhando com vídeoarte e desenvolvimento de software audiovisual. Seu trabalho atual tem o foco na relação entre o ser humano e a religiosidade. Desenvolve o software de VJ Quase-Cinema, uma plataforma para criação de cinema ao vivo, experimentação audiovisual e arte-educação. Suas obras, performances e oficinas já foram realizados no Brasil, Argentina, Áustria, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda e Taiwan. Bacharel em Artes Plásticas e Mestre em Arte / Educação em Artes Visuais pela Universidade de Brasília.

DROID-ON é artista multimídia brasiliense, co-fundador do selo Chippanze, que agrega chipmusic de artistas do Brasil e do mundo. Trabalha com música experimental eletrônica, criada a partir de trackers e sequencers de video-games.

Ópera-ruído MPMA – MÚSICA PRA MATAR ARTISTA

O encerramento do ciclo ocorreu no dia 23 de maio com o SCLrN: Pássaro Belga, Milton Marques, Elétrica Cachú e Diogo Queiroz. pUnk Al-sU1Uk.

“mpma
é uma peça, musica-opera -debate,
fizemos e estreamos uns
5 anos atras , a estreia aconteceu no teatro
da escola caseb d Brasília. e também apresentamos em outros lugares da cidade e ate fora de brasilia.
essa peça acontece partindo das falas
dos doutores/personagens em uma mesa composta por estes no formato mais próximo possível de um debate acadêmico ,
partindo de suas falas e defesas de suas teses, vamos construindo
essa opera ruído resultando em climas
humorados ou tragicômico , deixando assim o publico em frente a essa situação tensa ,humorada e sem resposta…..

é pagar p ver.rs”