Ritual telepresencial

CAMINHO DOS DESEJOS
Cecilia Vilca (Lima, Peru) y Gustavo Silvamaral (Brasília, Brasil)

Performance telepresencial (participação somente via streaming – ver link abaixo) derivada do projeto O LUGAR ONDE OS SERES (HUMANOS) ATRAVESSAM EDIFÍCIOS, realizado pela artista peruana Cecília Vilca em Brasília, em 2017, durante residência na Casa de Cultura da América Latina, UnB. O mapa, captado pelo “deus-drone”, dos caminhos percorridos pelo artista mexicano Ismael Rodriguez durante uma caminhada pela cidade será inscrito no corpo do artista-xamã Gustavo Silvamaral, num ritual que unirá dois pontos geográficos distintos: Lima e Brasília.

Venha fazer parte do “Caminho dos desejos” conosco, acessando o link abaixo na madrugada de sábado para domingo, a partir das 00h15 horário Brasília:

http://www.ceciliavilca.com/caminho.html

* o termo “Caminho dos desejos” refere-se às estradas não planejadas que os habitantes de Brasília criam e que, com o tempo e o uso, acabam se tornando visíveis.

CECILIA VILCA
www.ceciliavilca.com

É Mestre em Artes Digitais pela Universidade Pompeu Fabra (Barcelona, Espanha). A sua atividade artística está centrada na criação de peças que utilizam a tecnologia como eixo principal, do conceito à realização, procura explorar as relações entre tecnologia e gênero, sociedade e natureza. Seu principal objetivo é incentivar a reflexão do observador através de um método definido pela artista como uma “poética da revelação”. Neste âmbito, a tecnologia permite a revelação de um processo ou de um comportamento que a sociedade encara como natural. Seus projetos vão desde aqueles que são construídos com a participação do público até outros que combinam métodos científicos, como a microscopia eletrônica e a cartografia. Cecilia já expôs e lecionou no Peru, México, Bolívia, Argentina, Espanha, Cuba, Chile, Colômbia, Brasil e Noruega.
“A obra é um objeto que não existe como único, mas sim com infinitas versões sem perder a identidade. Assim, a interface atua como regularizadora: organiza, hierarquiza. O objeto informático se transforma em cultural através do código, e se opera e reflete de dentro do dispositivo.”

GUSTAVO SILVAMARAL

Gustavo Silvamaral nasceu em Brasília em 1995. Graduando Artes Visuais na Universidade de Brasília, participa desde 2015 do grupo de pesquisa Corpos Informáticos, coordenado por Bia Medeiros. Sua produção perpassa linguagens como a pintura, gravura, e performance, prezando sempre pela hibridez midiática. Teve sua primeira individual intitulada “Rapaz Latino-Americano” em 2016 na Galeria XXX, selecionado para o I Premio de Vera Brandt de Arte Contemporânea realizada no Palácio do Buriti, em Brasília, ficou em 14º no 7º Prêmio Ibema de Gravura, Curitiba – PR, participou de várias exposições coletivas como Ondeandaonda II no Museu Nacional da República, Brasília e Plano de onde? Piloto de que?, Galeria Espaço Piloto, Brasília. Seus trabalhos já integram o acervo do Museu Nacional da República e também no Museu de Gravura Cidade de Curitiba.

ATENÇÃO
Essa performance faz parte do evento “Cuerpos Digitales para la Acción – Performances de decolonización tecnológica”, El Galpon Espacio, Lima ( ver o link para o evento completo: https://www.facebook.com/events/144932312863528/)

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