Marília Panitz & Mariana Destro

De 15 de setembro a 4 de outubro de 2018, Mariana Destro realizou a exposição individual Jardim, com curadoria de Marília Panitz. Samambaias e jiboias circundam a trança de palha da costa. Epahey Oyá! Um totem, como a vênus de Willendorf. A tentativa da natureza de se livrar da cultura: o jardim. Leia o texto curatorial aqui. Fotografia: Jean Peixoto

MARIANA DESTRO vive e trabalha em Brasília. Graduada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), realizou sua primeira exposição individual, casa tomada, no SESC Teatro Garagem, em 2016. Participou das exposições coletivas ONDEANDAAONDA, no Espaço Cultural 508 Sul (DF), Metanoia, na galeria AIREZ (PR), Fuga Movimento #3, no Atelier Valéria Pena-Costa (DF),  a.pu.po, na XXX Arte Contemporânea (DF), Há Algo Aqui, na Galeria Recorte (SP), entre outras. Integrou a publicação Pictoria – The Best Contemporary Illustrators Worldwide (Crooks Press), em 2018. Faz parte da plataforma de arte Piscina desde 2015. Escolhida para as coletivas AIREZ 2018 e 2017 (PR), esta integrante do circuito de galerias da Bienal Internacional de Curitiba. Junto ao coletivo Casas Gêmeas, foi selecionada pela 2ª edição do Zona de Contágio (DF). Integrando o projeto coletivo Lado Côncavo, com curadoria de Natália Rodrigues, foi selecionada pela Convocatória para Exposições da Casa da Cultura da América Latina (2017).  Como parte do projeto coletivo Palavra, animal não doméstico, com curadoria de Kabe Rodríguez, foi selecionada pelo Edital de Ocupação da Galeria Espaço Piloto (2018).

MARÍLIA PANITZ é mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, pela Universidade de Brasília. Foi professora nesta Universidade, até 2011. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Desde 1994, atua como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições e com cursos livres de arte. A partir de 1999, passou a publicar artigos sobre artistas de Brasília em jornais e catálogos. É curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/2003 e em 2008/2010; Lúdico, Lírico, Berlim, 2002; Centro|EX|cêntrico, CCBB, 2003; Situações Brasília, Caixa e CCBE, 2005; Bolsa Produção para Artes Visuais, Curitiba, 2008/2010; Brasília: Síntese das Artes, CCBB- BsB, 2010; Mostra Tripé Brasília| Linhas de Chamada, SESC Pompéia-SP , 2011 – 2012; Mostra Rumor, Coletivo Irmãos Guimarães, Oi Futuro – RJ ,CCBB-DF e SESC Belenzinho -SP, 2012- 2013; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Projeto Triangulações 2013 -Salvador, Brasília e Recife – e 2014 – Salvador, Belém e Maceió; Mostras de Carlos Lin e Polyanna Morgana, Andrea Campos de Sá e de Gê Orthof, Gal. Alfinete, BsB 2013-2014; Christus Nóbrega, na AmareloNegro, Rio, e Gê Orthof, na Referência Galeria de Arte, Bsb, em 2014; Prêmio Marcantônio Vilaça-Sesi/CNI 2014-2015.

Cigarras, performance musical

A série de performances sonoras que acompanhou o ciclo Curare deu continuidade ao Eksperimentalis Som, projeto de curadoria de música experimental do deCurators. O artista e curador Phil Jones foi o responsável pelo ciclo em 2018, convidando músicos da cidade a interagir com a instalação na vitrine da galeria. 

Para a instalação Jardim, a apresentação foi do coletivo de música eletrônica experimental Cigarras: Kabe Rodríguez, Matheus Vinhal e Mayra Miranda.