Graça Ramos & Luciana Ferreira

De 11 de outubro a 1 de novembro de 2018, Luciana Ferreira realizou a exposição individual Objetos-poema, com curadoria de Graça Ramos. Leia o texto curatorial aqui. Fotografia: Jean Peixoto

LUCIANA FERREIRA nasceu e vive em Brasília. É doutoranda em métodos e processos em arte contemporânea pela Universidade de Brasília (desde 2017), mestre em filosofia (2008) e bacharel em artes visuais pela mesma universidade (2015). Entre as suas exposições estão Primeiro Festival Camelo de Arte Contemporânea (Belo Horizonte, 2016); Movimento #2 do Projeto Fuga (2017), promovido pela Galeria Alfinete em parceria com o ateliê da Artista Valéria Pena-Costa e com curadoria de Luciana Paiva e Dalton Camargos; Objeto Fronteiriço (2017) e Matéria Errante (2016), com trabalhos resultantes dos laboratórios de processos criativos com coordenação e curadoria de Yana Tamayo, realizadas respectivamente no Elefante Centro Cultural e na Galeria deCurators; Coordenadas Vagabundas (2015) e Coordenadas Cosmográficas (2018), ações e intervenções coletivas no espaço urbano sob a coordenação de Karina Dias; Espaços da escrita, exposição do coletivo de mesmo nome, sob coordenação de Luciana Paiva, realizada na Galeria Ponto (2016); Obra-arquivo MAB, projeto de residência artística e exposição coletiva proposto por Gisel Carriconde e selecionado pelo FAC (2018); Palavra, animal não doméstico, projeto coletivo com curadoria de Yná Kabe Rodríguez Olfenza selecionado pelo edital de ocupação da Galeria Espaço Piloto (2018). Foi também selecionada pela convocatória do Centro de Cultura da América Latina (2014) e integrou o projeto de proposição coletiva Espaço em andamento, com curadoria de Yana Tamayo, classificado em quinto lugar para o edital Conexões Funarte (2016).

GRAÇA RAMOS formou-se em jornalismo na Universidade de Brasília, em 1981. Em 1995, concluiu Mestrado em Literatura Brasileira pela mesma instituição. Em 2003, obteve o doutorado em História da Arte pela Universidade de Barcelona, com ênfase em arte contemporânea. Sua tese resultou no livro Maria Martins: escultora dos trópicos (Artviva). Atua como curadora independente de artes visuais, se dedicando a estudar, em especial, artistas brasilienses ou radicados na capital.

Objetos-poema, performance musical

A série de performances sonoras que acompanhou o ciclo Curare deu continuidade ao Eksperimentalis Som, projeto de curadoria de música experimental do deCurators. O artista e curador Phil Jones foi o responsável pelo ciclo em 2018, convidando músicos da cidade a interagir com a instalação na vitrine da galeria. 

Para a instalação Objetos-poema, Phil Jones, Eufrasio Prates e DJ Algo Ritmo apresentaram músicas criadas a partir de algorítmicos gerados pelos textos da exposição.