Graça Ramos & Luciana Ferreira

GRAÇA RAMOS formou-se em jornalismo na Universidade de Brasília, em 1981. Em 1995, concluiu Mestrado em Literatura Brasileira pela mesma instituição. Em 2003, obteve o doutorado em História da Arte pela Universidade de Barcelona, com ênfase em arte contemporânea. Sua tese resultou no livro Maria Martins: escultora dos trópicos (Artviva). Atua como curadora independente de artes visuais, se dedicando a estudar, em especial, artistas brasilienses ou radicados na capital.

LUCIANA FERREIRA nasceu e vive em Brasília. É doutoranda em métodos e processos em arte contemporânea pela Universidade de Brasília (desde 2017), mestre em filosofia (2008) e bacharel em artes visuais pela mesma universidade (2015). Entre as suas exposições estão Primeiro Festival Camelo de Arte Contemporânea (Belo Horizonte, 2016); Movimento #2 do Projeto Fuga (2017), promovido pela Galeria Alfinete em parceria com o ateliê da Artista Valéria Pena-Costa e com curadoria de Luciana Paiva e Dalton Camargos; Objeto Fronteiriço (2017) e Matéria Errante (2016), com trabalhos resultantes dos laboratórios de processos criativos com coordenação e curadoria de Yana Tamayo, realizadas respectivamente no Elefante Centro Cultural e na Galeria deCurators; Coordenadas Vagabundas (2015) e Coordenadas Cosmográficas (2018), ações e intervenções coletivas no espaço urbano sob a coordenação de Karina Dias; Espaços da escrita, exposição do coletivo de mesmo nome, sob coordenação de Luciana Paiva, realizada na Galeria Ponto (2016); Obra-arquivo MAB, projeto de residência artística e exposição coletiva proposto por Gisel Carriconde e selecionado pelo FAC (2018); Palavra, animal não doméstico, projeto coletivo com curadoria de Yná Kabe Rodríguez Olfenza selecionado pelo edital de ocupação da Galeria Espaço Piloto (2018). Foi também selecionada pela convocatória do Centro de Cultura da América Latina (2014) e integrou o projeto de proposição coletiva Espaço em andamento, com curadoria de Yana Tamayo, classificado em quinto lugar para o edital Conexões Funarte (2016).

Extrato do texto curatorial

Construir espaços significa habitá-los? Eis a questão que norteia a exposição de Luciana Ferreira. Com seus objetos-poema, a artista nos convoca a estruturar silêncios. Palavras acenam como abrigo. O vazioflutua nas paredes, repousa o olhar. Incisões ampliam o mundo. Um chamado ao essencial: habitar, ser, poeticamente.

Graça Ramos (Texto completo em pdf)

Entrevista com Graça Ramos

Em breve.

Objetos-poema, performance musical

A série de performances sonoras que acompanha o Ciclo Curare dá continuidade ao Eksperimentalis Som 2017, projeto de curadoria de música experimental do deCurators. O artista e curador Phil Jones é o responsável pelo ciclo em 2018, convidando músicos da cidade a interagir com a instalação na vitrine da galeria. 

Para a instalação Objetos-poema, Phil Jones, Eufrasio Prates e DJ Algo Ritmo apresentaram músicas criadas a partir de algorítmicos gerados pelos textos da exposição.