Ciclo Ultrassom – OLha o comuNisMo Aí genTe!

sEmEntE - olha o comunismo ai gente - 04 (e-mail)

ULTRASSOM, Ciclo de Eventos Sonoros

Dois meses de instalações e esculturas sonoras, entrevistas, seminários, oficinas e performances de musica experimental, eletroacústica, noise e afins.

SEMENTES: ÁRVORE MONSTRO
OLha o comuNisMo Aí genTe!!!!!

NU
SCLrN
PUNK AL- SULUK
VANDERLEY COSTA

deCorreria Oziel Primo Araujo e Léo da Heresia

Sábado, 18 abril, de 20h às 23h
deCurators: SCLN 412 Bloco C loja 12

 

Face a Face – 8 à 12 Abril: UnB, deCurators e Museu Nacional

Figurinhas-com-Logo

Uma programação luso-brasileira colaborativa de artes performativas aterrissa em BRASÍLIA/DF esta semana.

8 ABRIL, quarta-feira 


UnB departamento de artes cénicas CEN-IDA, sala BT16
horário : 18H30

A MECÂNICA ABSTRATA: composição coreográfica e musical +
apresentação de excerto da peça ERA UMA COISA MESMO MUITO ABSTRACTA seguida de debate
Andresa Soares e João Lucas (PT)

10 ABRIL, sexta-feira


deCurators
horario: 21H

AR AO VENTO de Lígia Soares (PT)
WE DON’T HAVE MONEY BUT WE ARE FUNNY de Mariana Pimentel (BR)

11 ABRIL, sábado


Museu Nacional, auditório 2
horario: 21H

ROMANCE de Lígia Soares (PT)
ERA UMA COISA MESMA MUITO ABSTRACTA de Andresa Soares e João Lucas (PT)

12 ABRIL, domingo 


deCurators
horario: 17h

O ACTO DA PRIMAVERA de Lígia Soares (PT)
TAKE A PICTURE WITH A BRAZILIAN WOMAN FOR 0.71 CENTS de Mariana Pimentel e Fabiano Araruna (BR)
WHERE THE OLD BOATS BORN de Fabiano Araruna (BR)
A CONSTRUÇÃO DO TEMPO de João Lucas (PT)
PERFORMANCE COMO ARTE DA PRESENÇA CONTEMPORÂNEA (debate)

 

Face a Face visa questionar o espaço cênico como um espaço isolado ou distanciado do espectador para enquadrar as ações performativas como um gesto de presença, um signo comum e uma das premissas básicas à articulação de uma linguagem e de uma poética contemporâneas.

Face a Face é também um programa que prova que a iniciativa individual de artistas, o encontro de produtores independentes, a cooperação entre curadores, museus e instituições acadêmicas, pode configurar a criação de um formato inédito de programação de artes cênicas.

Apresentando 5 artistas (portugueses e brasileiros) em formatos tão diversos como obras coreográficas, peças de teatro, objectos e instalações performativas, produções videográficas, performances musicais, debates e palestras, este programa confronta a transparência das relações subjectivas das artes com a disposição política do espaço social que ocupamos.

Concepção e direção artística: Andresa Soares, Lígia Soares, Mariana Pimentel, Gisel Carriconde Azevedo e João Lucas
Organização: João Lucas, César Lignelli, Gisel Carriconde Azevedo, Andresa Soares, Lígia Soares e Mariana Pimentel
Artista Convidado: Fabiano Araruna
Co-produção: deCurators, Máquina Agradável, Dos Voos, Departamento de Artes Cênicas da UnB
Produção Técnica: Iury Persan, Marina Paes

Apoio de acolhimento: Museu Nacional do Conjunto Cultural da Repúplica
Apoio a deslocações: Programa de apoio a espetáculos ao vivo e tourné do Fundo Cultural da GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes
Entrada gratuita

ULTRASSom – Concerto Interativo # 1

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PERFORMANCE MUSICAL DE ARTE INTERATIVA / DIGITAL

Sábado, 4 abril, de 20h às23h

Zer0, de Francisco Barreto
Música Holo-fractal, de Eufrásio Prates

EUFRÁSIO PRATES é graduado em música e doutor em arte contemporânea (performance) e já viajou por mais de 25 países apresentando suas pesquisas experimentais. É regente da BSBLOrk -Orquestra de Laptops de Brasília, toca em diversos grupos musicais (Gargula, TekilaHell, Duo Torus, TPM, Duo 42) e é produtor de Fractal Dance Music como DJ EuFraktus. Lançou 2 CDs em música eletroacústica e os livros “Passeio-relampago pelas ideias estéticas ocidentais” e “Os conceitos de interpretante na Semiótica de Peirce” (Amazon Books).

Música Holo – fractal reúne uma visão holonômica da estética musical à manipulação fractal dos sons, sejam eles naturais, orgânicos ou artificiais, sintéticos.A teoria do holomovimento, do físico David Bohm, considera que a realidade está totalmente integrada e interconectada, seja nas esferas visíveis, seja nas ocultas. Essa visão, profundamente ecosófica é a base de construção de um tipo de forma musical que pressupõe a inter-relação entre os sons, e entre som e silêncio, como algo mais importante que o próprio som, objeto sobre o qual se centra quase toda a música ocidental. Assim, o foco da atenção é a relação entre os sons. Já os fractais desempenham um papel especial na composição das microestruturas desta música. Enquanto muitos compositores utilizam os fractais para definir alturas e durações das notas, em geral tocadas com timbres originais de sintetizadores, estes experimentos aplicam o conceito de fractalidade aos espectros das ondas sonoras. Daí a contração: holo + fractal.

FRANCISCO BARRETO é bacharel em Ciências da Computação e Mestre em Arte e Tecnologia. Atualmente é professor do Centro Universitário do Distrito Federal, associado aos cursos de Jogos Digitais e Sistemas da Informação, e desenvolve pesquisa de Doutorado na Universidade de Brasília além de ser pesquisador/artista do Midialab – Laboratório de Pesquisa em Arte Computacional e fundador do LATE! – Laboratório de Arte e Tecnologia. Tem investigado as áreas da Arte Computacional e Inteligência Artificial, com ênfase no desenvolvimento de sistemas autopoiéticos capazes de gerar resultados emergentes. Geek, músico, DJ, fotógrafo e entusiasta das novas tecnologias.

Zer0 convida o público a ficar à deriva em um universo dominado por formas geométricas. Através da interação com outras formas geométricas, o jogador é capaz de evoluir de uma forma de linha simples para outras mais complexas. Conforme as interações ocorrem, reações em cadeia criam em tempo real a trilha sonora do jogo. O jogador controla a direção em que deseja movimentar-se usando os gestos da mão, experimentando um outro tipo de interação com a obra.

 

deCurators: 412 N, Bloco C, loja 12 (virado para a residencial, atrás da sorveteria pallato)